RESULTADOS E PERSPECTIVAS

1) Até abril de 2013, foram publicados 723 artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais indexados e formados 126 mestres (além de 100 mestrados ainda em andamento) e 50 doutores (além de 31 doutorados ainda em andamento);

2) Foi lançada a primeira versão do Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre (BESM), que será utilizada para gerar cenários de mudanças climáticas para o próximo relatório de atividades do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC AR5);

3) Desenvolvimento de uma nova metodologia para medição de gases de efeito estufa por mudanças dos usos da terra (INPE-EM3);

4) A partir da análise de uma série histórica de dados hidrológicos na região da bacia amazônica, concluiu-se que a seca de 2010 foi a mais drástica já registrada, superando a de 2005, até então considerada a maior;

5) Padrões de distribuição de espécies no Brasil estão sendo avaliados sob o efeito das mudanças climáticas previstas;

6) Realização de coleta de dados de superfície e modelos computacionais visando o levantamento dos impactos do clima sobre os recursos renováveis de energia em especial solar e eólica;

7) Implantação da plataforma de observação meteorológica e oceanográfica ATLAS-B, no litoral de Santa Catarina.Serão disponibilizados dados para o entendimento das interações ar-mar e a previsão do tempo e de eventos climáticos no Atlântico Sul;

8) Monitoramento sistemático de Habitats Bentônicos em grande escala na costa brasileira. Avanços em análises de séries temporais oceanográficas e no desenvolvimento de metodologia de análise de vulnerabilidades da costa e manguezais brasileiros às mudanças climáticas;

9) Avaliação do risco toxicológico de materiais particulados emitidos por queimadas na Amazônia para grupos vulneráveis expostos a eventos extremos de seca e chuva e sua associação às doenças respiratórias;

10) Desenvolvido o Sistema de Alerta e Visualização de Condições de Risco (SALVAR).