Ipê amarelo (Tabebuia chrysotricha). Árvore simbolo do Brasil.

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade e Produtos Naturais (INCT-BioNat) constitui uma rede de pesquisas interdisciplinares voltadas para a química de produtos naturais da biodiversidade brasileira. O Instituto é formado por 50 pesquisadores pertencentes a 16 universidades brasileiras e 2 Institutos de pesquisas. Atuam ainda mais de uma centena de jovens pesquisadores, estudantes e técnicos, constituindo-se na maior rede de pesquisas em produtos naturais do Brasil. Existem ainda colaborações internacionais estabelecidas com pesquisadores da África do Sul, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Itália e Suíça.
 
Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) foram criados pela Portaria MCT Nº 429, de 17 de julho de 2008 e reeditado pela Portaria MCTI nº 577, de 4 de junho de 2014, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) com o objetivo de promover a formação de redes de pesquisa, em todo o território nacional, envolvendo instituições que buscam a vanguarda do conhecimento Científico e Tecnológico, visando Inovação nacional. Financiados pelo CNPq, pela Capes e, no caso deste, sediado no Estado de São Paulo, pela Fapesp (processo no. 2014/50926-0). O INCT BioNat foi aprovado no segundo edital, em que foram aprovados 101 INCTs, distribuídos em todo o território brasileiro, constituindo-se a maior rede de investigação científica do Brasil.
 
O INCT BioNat está sediado no Instituto de Química, da UNESP, em Araraquara, SP, sendo um dos três únicos Institutos da UNESP que em colaboração com outras intuições visa a vanguarda da área em produtos naturais. Também está associado ao CEPID-FAPESP Centro de Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar) e ao programa de pesquisa em biodiversidade BIOTA-FAPESP, um dos programas FAPESP.
 
A iniciativa da criação deste Instituto teve suporte na experiência adquirida em mais de 15 anos de pesquisa de produtos naturais e na investigação de substâncias biologicamente ativas, visando a descoberta de hits e leads adquirida pelo do grupo sede do INCT. A Equipe do NuBBE, vem participando de pesquisa colaborativa desde 1998, quando foi criado o Programa Biota FAPESP, tendo gerado uma quantidade de informação científica bastante representativa da biodiversidade do Estado de São Paulo, devido a aprovação de 3 projetos temáticos FAPESP de longa duração. Estudando plantas de Cerrado e Mata Atlântica há mais de 15 anos, os pesquisadores do NuBBE acumularam experiência no isolamento e caracterização de micromoléculas de plantas, fungos endofíticos e organismos marinhos.
 

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